segunda-feira, 23 de abril de 2012

Arkham City vai ter Edição Jogo do Ano (GOTY)


Finalmente o estúdio Rocksteady divulgou que Batman: Arkham City vai receber uma "Edição Jogo do Ano". Este pacote vai apresentar todos os extras há lançados por download para o game, incluindo "Harley Quinn's Revenge", novo pacote que vai ser lançado em maio por download. Veja o vídeo, abaixo.


Fonte: FinalBoss

Lançamentos da semana (23/04/2012)

Nesta semana, games como The Walking Dead (só no PC) e Prototype 2 fazem sua estreia, mas também há espaço para relançamentos de peso, como Darkstalkers 3, clássico de PSOne.

Veja a lista completa de lançamentos, abaixo.


PlayStation 3

  • Darkstalkers 3 (PSone)
  • Prototype 2
  • Future Cop L.A.P.D. (PSone)
  • Ikari III (minis)
  • Red Faction (PS2 Classic)
PC
  • A Valley Without Wind
  • Binary Domain
  • Revelations 2012
  • Risen 2: Dark Waters
  • The Walking Dead
Xbox 360
  • Bloodforge
  • Deep Black: Episode 1
  • Prototype 2
Nintendo 3DS
  • Shifting World
Nintendo DS
  • Chuck E. Cheese's Arcade Room

Fonte: FinalBoss

sábado, 21 de abril de 2012

Data para 1º episódio de The Walking Dead


O estúdio Telltale Games revelou finalmente a data para o lançamento do primeiro episódio do jogo The Walking Dead.

The Walking Dead será lançado no PC e Mac no dia 24 de abril, e nos consoles Xbox 360 e PS3 em breve.

No final do ano o episódio também chegará aos sistemas iOS.

O primeiro episódio tem o nome de The Walking Dead: Episode 1 - A New Day, e custará 4,99 dólares cada, ou seja 400 Microsoft Points no caso do Xbox 360.

Os próximos episódios, o Starved For Help, Long Road Ahead e Around Every Corner serão lançados num intervalo de um mês.

Fonte: EuroGamer

sexta-feira, 20 de abril de 2012

God of War: Ascension será mostrado esse mês e terá novo diretor







Após a revelação de God of War: Ascension antecipadamente pela loja Amazon, a Sony começou a divulgar detalhes oficiais sobre o jogo. O novo diretor do título será Todd Pappy e o desenvolvimento continuará nas mãos da Sony Santa Monica. A revelação completa acontecerá em um evento ao vivo em 30 de abril às 12h (horário de Brasília).

Novo diretor é confirmado para God of War: Ascension, jogo será mostrado no final do mês (Foto: VG247)

Todd Pappy será o quarto diretor da franquia, que começou com David Jaffe e já passou pelas mãos de Cory Balrog e Stig Asmussen. Ele também irá reponder a perguntas na conta do twitter oficial do @PlayStation, bastando postar com a hashtag #godofwarascension até às 19h do dia 20 de abril.

O evento deverá ser transmitido ao vivo pelo PlayStation Blog americano, e Todd também recomendou que usuários ficassem atentos à página oficial do Facebook para God of War: Ascension.


Fonte: globo.com

Sony registra patente de volante para o PS Move



Se você acha estranho o volante Wii Wheel (acessório incluido em um pacote especial de Mario Kart Wii), e acha o controle-tablet do Wii U grande demais, precisa conhecer esta patente que a Sony registrou ano passado. Trata-se de um volante/manche conversível para o PlayStation Move. O registro foi descoberto no início do mês. Confira abaixo.




O estranho volante da Sony para o PS Move (Foto: Reprodução)

O periférico encaixa o PS Move ao centro e inclui um stick analógico à esquerda e os quatro botões principais do PlayStation 3 à direita. Existem ao menos dois botões adicionais ao centro – provavelmente Start e Select – mas não se sabe se ele traz também os botões do topo. Por outro lado, o desenho mostra estruturas quadradas similares a L2 e R2 e até o que pode ser considerado como borboletas no círculo central.

Mais intrigante que a existência de uma ideia como esta é o fato de que este volante abre, simulando, por exemplo, o de uma moto. Veja abaixo. Aparentemente, eles pensaram em tudo. O conceito de um “acessório para um acessório” já é um pouco incomum, mas será útil para simulares como Gran Turismo 5?




O estranho volante da Sony para o PS Move (Foto: Reprodução)

Não há qualquer informação sobre a produção deste volante. Mas a E3 está se aproximando e pode trazer novidades deste tipo. Você compraria?



Fonte: globo.com

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Atirador norueguês diz que usou Call of Duty para treino



Você deve se lembrar de Anders Behring Breivik, autor dos atentados que ocorreram na Noruega em julho do ano passado. Rumores na época já indicavam que Anders teria utilizado videogames para treinar e aperfeiçoar a ideia dos atentados.

Na ocasião passada, o atirador havia declarado que tinha comprado o game Call of Duty: Modern Warfare 2 e que era "o melhor simulador militar que tem por aí e um dos melhores jogos do ano". Hoje, o terrorista disse à justiça norueguesa que realmente utilizou os games para aperfeiçoar sua técnica e treinar para colocar os planos em ação.

Julgado pela morte de 77, Anders declarou que passou "muito tempo" jogando Modern Warfare e também World of Warcraft. "Eu realmente não gosto desses jogos, mas é bom se você quer simular para propósitos de treinamento", disse Breivik, que sorriu ao descrever o sistema de mira de Modern Warfare.

Ele declarou ter passado 17 horas seguidas no Modern Warfare 2, durante o ano novo de 2010 para 2011. O atirador acrescentou ainda que jogos desse tipo serviam para simular a reação policial ao atentado e a melhor estratégia de fuga.

"Calculei a probabilidade de sobreviver ileso em menos de 5 por cento", afirmou ele ao tribunal no terceiro dia de depoimentos, referindo-se ao atentado a bomba entre prédios governamentais, quando ele esperava ser cercado por policiais. "Eu me treinei para sair dessa situação. Era isso que eu estava simulando", complementou.

Breivik matou oito pessoas com um carro-bomba no centro de Oslo, e depois assassinou a tiros outras 69 - principalmente adolescentes - em um acampamento do Partido Trabalhista numa ilha próxima à capital norueguesa.

Ele admitiu os assassinatos, mas declarou ser inocente e ter agido em legítima defesa, já que para ele as vítimas eram traidores que ameaçavam a pureza étnica norueguesa ao apoiarem a imigração e o multiculturalismo.

Você acha que a loucura para por aí? Pois não. O atirador declarou ainda que batizou suas armas com nomes da mitologia nórdica. O rifle se chamava Gungnir, que é o nome da lança mágica de Odin. A Glock foi batizada de Mjolnir, o martelo do deus Thor.

Agora é esperar uma possível caça às bruxas com os games citados. Ou não.


Fonte: FinalBoss

God of War: Ascension é anunciado para PS3!





Como prometido para hoje (19/04), o novo God of War :Ascension foi anunciado para PS3!


O site IGN já está falando sobre o jogo nesse link:
http://ps3.ign.com/articles/122/1223275p1.html

O anúncio foi feito pela Amazon, que já disponibiliza o jogo em pré-venda!
http://www.amazon.com/dp/B007TYC8MI

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Teste de resistencia do PS Vita!!!!! kkkk

TESTE DE RESISTÊNCIA DO VITA: O aparelho resistiu a três quedas de aproximadamente 1,20 metros sem comprometer suas funções, saindo apenas com alguns arranhões. Tela aparentemente também não sofreu qualquer dano, mesmo quando caiu de frente, pois os discos analógicos parecem absorver a maior parte do impacto
 
 

Electronic Arts quer Need for Speed nos cinemas



Você já deve ter visto algum filme da série Velozes & Furiosos e lembra em como ele influenciou nos jogos da marca Need for Speed. Os carros tunados, nitro na toda, entre outros elementos logo foram parar no universo do jogo da EA, o que acabou levando Need for Speed à decadência, para uma recuperada em seguida. Mas agora a história parece se inverter, quando um filme de Need for Speed pode acabar saindo do papel.

Neste momento, a Electronic Arts procura por um estúdio para ficar responsável pela adaptação e também roteiristas que poderiam dar um rumo para a história. Como iria funcionar um filme de Need for Speed? Os estúdio que estão na mira da EA são Warner Bros., Sony e Paramount. Lembrando que Velozes & Furiosos é do Universl Studios.

Se você não se lembra, um dos games recentes da série - o Need for Speed: The Run - é praticamente um filme pronto, com a diferença de que, bem, ele é um jogo! Mas sua duração é tão curta e a história é tão direta e linear que mais nos lembra uma produção de Hollywood, repleta de efeitos, belas mulheres e carros turbinados.

Aguarde por Need for Speed em um cinema perto de você. Possivelmente em 3D, seguindo a tendência cinematográfica atual.

Fonte: FinalBoss

Será?!?!?!?!

Apple está trabalhando em um console em parceria com a Valve
 

A visita de Tim Cook aos escritórios da Valve gerou diversos rumores quanto a uma possível parceria entre as empresas. Segundo informações divulgadas pelo site Cult of Mac, a organização da Maçã pretende fazer uma verdadeira invasão às salas de estar de todo o mundo — para isso, além da Apple TV, a companhia planeja lançar um video game próprio.

Os planos da empresa incluiriam um novo televisor sensível ao toque, com uma interface semelhante àquela presente no iTunes e funções de comandos de voz controladas pelo Siri. O aparelho também iria acompanhar uma espécie de console com funções muito próximas ao Kinect, da Microsoft. O foco do aparelho seriam games controlados principalmente pelos movimentos corporais dos jogadores.

Essa não seria a primeira vez que a Apple trabalha em um video game próprio. Em 1995, a companhia estabeleceu uma parceria com a Bandai, que resultou no lançamento do Pippin. O produto foi um verdadeiro fracasso, tendo vendido pouco menos de 50 mil unidades antes que o projeto fosse abandonado.

Ao que tudo indica, o possível novo console nada teria a ver com o projeto da Valve que envolve tecnologias que podem ser vestidas, revelado no último sábado (14 de abril). Vale notar que uma possível parceria entre as duas companhias entraria em contradição com as afirmações que Gabe Newell fez ao Seattle Times em outubro do ano passado.

Na ocasião, ele demonstrou uma opinião negativa sobre as restrições que a Apple impõe às suas plataformas. “Eles constroem essa coisa brilhante que atrai os usuários e então controlam o acesso das pessoas a essas coisas (os aplicativos)”, declarou Newell.

Fonte : http://www.tecmundo.com.br/apple/221...am-rumores.htm

domingo, 15 de abril de 2012

Sony pode cortar serviços PSN gratuitos



Depois de Kazuo Hirai, CEO da Sony, ter anunciado uma reestruturação na companhia após continuadas perdas nos ganhos que forçaram ao despedimento de 10,000 trabalhadores, alguns analistas acreditam que o futuro vai nos dar uma PSN bem diferente da atual.

Michael Pachter acredita que é improvável que a Sony siga o exemplo da Microsoft com o Xbox Live e comece a cobrar pela PSN, mas acredita que a companhia vai diminuir o que é grátis.

"Penso que é improvável que peçam uma mensalidade, mas penso que vão reduzir a versão grátis do multijogador e pouco mais, para encorajar as pessoas a pagar a mensalidade."

Billy Pidgeon concorda e cita os custos de providenciar estes serviços acreditando que a Sony pode beneficiar com o modelo "freemium", no qual o jogador paga por itens melhores e raros, por serviços adicionais e conteúdos extra.

"O programa PlayStation Plus providencia grandes incentivos aos subscritores, e a Sony pode ter mais lucro com a publicidade, transações de itens e serviços especializados para melhorar aspectos específicos da gameplay online tais como conteúdos e regras personalizadas usadas por indivíduos ou grupos. A Sony deve também rapidamente inserir conteúdos pagos além de jogos na sua rede."

Asif Khan acredita que a Sony deveria ir por outra rota e não criar tantos produtos, simplificar a linha de produção para baixar custos e ajudar a encurtar as atuais "atrozes" margens de lucro da companhia.

Fonte: EuroGamer

Prototype 2 live action LOL

Prototype 2 tem novo trailer liberado pela Activision, agora uma produção "Live Action" caprichada. Confira:




Fonte: EuroGamer

sábado, 14 de abril de 2012

One Piece: Pirate Warriors vai ser lançado no Ocidente


A Namco Bandai enfim confirmou que pretende lançar One Piece: Pirate Warriors (Kaizoku Musou no Japão) no Ocidente ainda este ano, mais precisamente em novembro. O título é exclusivo do PlayStation 3 e saiu em 1º de março no Oriente, e desde então tem arrebatado bons números de vendas.

O game segue um estilo que lembra a série Dynasty Warriors. Desta forma, espere que o jogador vá encarar hordas e hordas de inimigos pelo mapa em busca de mais pontos e para abrir o caminho, prosseguindo na história, totalmente inspirada pelo mangá e anime de Eiichiro Oda.

Confira um vídeo do game, abaixo.



Fonte: FinalBoss

Medal of Honor: Warfighter ganha trailer... SENSACIONAL!!!


A Electronic Arts divulgou agora um trailer inédito de Medal of Honor: Warfighter, novo game da série que virá munido do novo motor gráfico Frostbite 2, o mesmo de Battlefield 3. O trailer é focado na ação e mostra cenas de jogabilidade, veja abaixo.




Fonte: FinalBoss

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Diga adeus a Demon's Souls



Após fazer o que podia para manter o serviço online de Demon's Souls, a editora Atlus confirmou que vai encerrar os servidores do jogo no final de maio. Por isso prepare-se, pois se você ainda estiver jogando por aí em seu PlayStation 3, não será mais possível ter qualquer tipo de interação online a partir do dia 31 do referido mês.

Com isso, o jogo pode até ser jogado, terminado e possivelmente "platinado", mas a coisa ficará bem mais difícil sem a ajuda de companheiros online e não muito divertida sem a possibilidade de invadir jogos alheios. É o adeus de um gigante dos games.

Para "comemorar" o fim dos servidores, a Atlus vai realizar eventos durante o mês de maio, com tendências de mundo baseadas em votos dos fãs no Facebook.

Sabe como é - com a chegada de Dark Souls, que não é da Atlus, pouca gente deve estar jogando Demon's Souls, que já é um game antigo, o que não deve justificar o investimento da editora em servidores.

Não vá esquecer de deixar sua despedida em uma mensagem no chão.

Fonte: FinalBoss

Vem logo God of War IV!!!!




Uma imagem postada pela Sony em seu Facebook indica que ela anunciará uma novidade no próximo dia 19. As apostas, por enquanto, estão em God of War 4.


A imagem traz uma frase: "Will vengeance bring redemption? 04.19.12" (A vingança trará redenção?). Vingança combina bem com God of War, e os boatos de que um anúncio de God of War 4 estaria próximo têm aumentado nas últimas semanas.


O novo jogo de Kratos apareceu em currículos de alguns artistas em fevereiro, e também foi listado em várias lojas online. Esclarecimentos no dia 19 de abril, se a novidade não vazar antes.


Kinect para Skyrim!!!

Bethesda anunciou uma atualização exclusiva para Xbox 360 que trará comandos de voz para The Elder Scrolls V: Skyrim. Para usufruir da novidade, o jogador precisará do Kinect e de uma caderneta para anotar os mais de 200 comandos possíveis.


As falas incluem desde avançados comandos para itens como “sort by price” (classifique pelo preço) e “Equip shield and sword” (equipar escuto e espada) até os Dragon Shouts, ou seja, você finalmente poderá gritar Fus Ro Dah de verdade e ver seu inimigo voando pelo cenário. Além das opções de combate, os comandos por voz também irão abranger todos os menus do jogo.


Para conhecer todas as novidades que a versão para Xbox 360 ganhará, dê play no vídeo demonstrativo abaixo e prepare-se para o download. O update sairá ainda este mês.


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Analise: Black Oops!


Aqui vai um ótima analise de um grande amigo aqui do blog

Todos já ouvimos falar do Call of Duty: Black Ops, não é? Pois é, eu decidi testar o jogo eu mesmo- comprei um para play3. Devo dizer, é mesmo um jogo admirável, porém há algumas coisas que valem a pena ressaltar!
 Em primeiro lugar, o jogo é extremamente curto! Sérião. Não deu nem pro gosto. Eu tive de jogar no modo multiplayer para ter um pouco de diversão a longo prazo. Em segundo, tem um sério problema no fator dano nesse jogo.

   ‘Um tiro de sniper no tórax não mata. Uma facada no pé mata!’
Mas, apesar disso, o jogo é muito interessante, e não me arrependo de o ter comprado. Agora, quando se fala sobre o modo zumbi... aí a coisa pira! É difícil, é longo, é divertido! Não os deixe entrar! Exploda a cabeça deles! Faça de tudo para sobreviver!
Já foi mais de uma vez que eu deixei meu pai bravo comigo no modo player VS. Player... digamos que ele não gosta de levar um Tomahawk na cabeça ou tiros de minigun através da parede!! Isso mesmo! No modo multiplayer, você conta com as Killstreaks- Prêmios que você pode ganhar por matar uma série de jogadores sem morrer nenhuma vez! Eles caem do céu em caixas... bom, pelo menos a maioria deles cai do céu. Os outros você simplesmente tira do bolso... mas devidiu não usar antes de se tornar cobrão, se é que isso faz sentido.
Bom, após um tempão de jogo, ainda me divirto matando os soldados inimigos e criando novas classes de soldados. Se você tiver uma amnésia, então, será diversão geral!!
     Recuperem a memória e bom jogo!



  By: LukeMachado

Mass Effect 3 vendeu 1.5 milhões de unidades



Embora a Electronic Arts tenha revelado que enviou para as lojas 3.5 milhões de unidades de Mass Effect 3, as unidades vendidas ao público continuam uma incógnita.

De acordo com o analista Doug Creutz da Cowen & Company, das 3.5 milhões de unidades enviadas, apenas 1.5 milhões foram vendidas.

Creutz apontou que o lançamento em março desafiante, presumivelmente devido à grande quantidade de jogos que foram lançados nesse mês.

Mass Effect 3 gerou controvérsia devido ao seu final que não agradou aos jogadores e que resultou até em processos contra a Electronic Arts, algo que poderá ter afetado as vendas depois dos primeiros dias após o lançamento.

Fonte: EuroGamer

Mais RE6

 
Resident Evil 6 dura cerca de 30 horas

Eiichiro Sasaki, diretor de Resident Evil 6, revelou ao NowGamer que o seu jogo vai durar cerca de 30 horas para ser terminado.

"Os três personagens tem a sua própria história e agora pode escolher com qual quer jogar essa história, e viver a história do personagem."

"Em termos de duração, a história de cada personagem dura um pouco menos do que a de RE5 mas quando as combina tem algo que é muito mais longo."

"Apesar da história de cada um ter força por si só, todos os personagens vão dar estar na mesma área do jogo, na China, portanto existe um certo grau de ligação. Elas aguentam-se sozinhas mas ligam-se em certas áreas. Não tem que jogar todas."

Resident Evil 6 chega em 2 de Outubro a todo o mundo para PC, PlayStation 3 e Xbox 360.

Fonte: EuroGamer

Resident Evil 6 terá edição de colecionador por R$ 2.380


 Um jogo superlativo como Resident Evil 6 merece uma edição especial de colecionador igualmente grande. A Capcom anunciou que irá lançar a Resident Evil 6 Premium Edition por nada menos que R$ 2380.

O que o fã recebe por suas mais de duas mil Dilmas? Uma passagem de ida e volta para os Estados Unidos? Ou quem sabe o disco do jogo banhado a ouro? Nada disso. Quem assegurar uma Premium Edition receberá uma réplica real da jaqueta de couro do herói Leon S. Kennedy. Ela estará disponível em tamanhos pequeno, médio, grande e GG.

Além da jaqueta, a caixa vem com o jogo, claro, e quatro capas para guardá-lo, cada uma decorada pela imagem de um dos protagonistas, Chris, Wesker Jr. (Jake Muller), Leon e outro ainda misterioso.

Resident Evil 6 sai em todas as suas formas no dia 2 de outubro para PS3 e Xbox 360. Uma versão para PC será lançada em data ainda indefinida.


Fonte Outerspace.


O ziper da jaqueta deve ser de ouro!!kkk

Street Fighter X Tekken terá multiplayer entre o PS VIta e o PS3


A versão para PS Vita de Street Fighter X Tekken poderá se conectar ao jogo de PS3 em partidas multiplayer online. A novidade foi revelada hoje pela Capcom.

Além de poder lutar contra jogadores no PS3, quem tiver Street Fighter X Tekken no PS Vita poderá apreciar o multiplayer online ou em conexão direta com outros portáteis. Esta versão também terá controles compatíveis com a tela tátil.

Street Fighter X Tekken para PS Vita sai no final do ano.

Fonte: Ourterspace

terça-feira, 10 de abril de 2012

Novo trailler do DMC

Achei muito da hora to muito ansioso pelo jogo!!!!!





DmC ta vindo!!!



A Capcom deu à Ninja Theory uma oportunidade para fazer um novo Devil May Cry. Uma nova aventura de Dante que pudesse fazer a diferença para os títulos anteriores, mas que simultaneamente conseguisse captar o espírito e jogabilidade dos primeiros jogos. A série DMC começou por ganhar mediatismo muito por força do estilo da personagem Dante e da componente de ação que repousou numa multitude de golpes e num compromisso entre espadas, pistolas e muito ritmo, sempre com grande estilo como a companhia nipónica bem sabe fazer. Depois de quatro episódios lançados pela Capcom, a editora e produtora japonesa optou por entregar a um estúdio ocidental a tarefa de trazer novamente DmC para a ribalta.
Para os estúdios da Ninja Theory, fabricar um novo Dante e moderno é um projeto aliciante, mesmo que tenha em mente a audiência ocidental. Mas talvez mais pelo novo aspeto da personagem do que propriamente por qualquer outro elemento do jogo, as primeiras imagens de Dante abriram toda uma polémica em torno do visual do herói que se divide entre um anjo e um demónio. O que pudemos ver na apresentação de DMC e já depois numa demonstração disponível para a Captivate reflete alterações significativas sobre o aspeto facial da personagem mas também da sua indumentária. De um modo geral a Ninja Theory respondeu à chuva de lamentos de muitos jogadores desapontados pelo novo aspeto do protagonista, mas isso não levou a que a produtora se afastasse do compromisso de relançar um jogo onde personagem, ação e ambiente transbordassem estilo e um design diferente que pudesse separar este jogo dos demais.
É como se a Ninja Theory quisesse aproveitar a oportunidade para deixar uma marca, pois se fosse intenção da produtora fazer um jogo similar aos anteriores, sem acrescentar novas ideias e uma nova imagem, bem que nem valeria a pena agarrar a "oferta" da Capcom. A Ninja Theory e Tameem Antoniades sabem o que fazem. Heavenly Sword e Enslaved foram dois jogos editados para a atual geração de consolas. Apesar do sucesso moderado de vendas, nem por isso deixaram de impressionar atendendo ao "timming" de lançamento de cada um. Heavenly Sword acusou algum peso da juventude por ser um dos primeiros jogos para a PS3 e Enslaved não acolheu a perceção mais correta dos fãs. De qualquer modo este DMC tem um ponto de partida mais redondo e moldável ainda que tenha um nervo difícil de gerir, as expectativas dos fãs.

Colocando por ora isso de parte, Tameem Antoniades começa por sublinhar que DMC marca sobretudo um regresso às origens. Neste jogo o prato forte é a história que está por detrás do aparecimento de Dante e sobre como este se tornou na criatura que conhecemos. Sobretudo marca o nascimento de uma personagem que advém de um demónio e de um anjo. Esta dualidade de formas e personalidades terá efeitos diretos na jogabilidade, já que isso permitirá a Dante enfrentar os monstros no Limbo usando a Rebellion que adquire diferentes especialidades consoante seja despertada a sua vertente demoníaca ou angélica.
No primeiro trailer que nos foi revelado pudemos ver Dante acordar no seu apartamento, naquilo que parece ser um "background" atual. Há contudo uma marca nas costas flamejante. No televisor chegam relatos que o comprometem, apesar da sua memória se encontrar num estado de pura amnésia. Dante revelou, desde cedo, uma apetência para combater demónios e esse será o seu maior papel em Limbo, uma realidade alternativa oferecida a partir do mundo verdadeiro.



Nesse espaço diferente onde habitam essas criaturas demoníacas que o jovem protagonista irá enfrentar o seu maior desafio, uma luta pela sobrevivência e descoberta. Um dos aspetos que Antoniades faz questão de ressalvar é o permanente processo de desenvolvimento da personagem ao longo do jogo. No começo é ainda um jovem rebelde e algo imaturo. Mas à medida que forja a espada em combates mais intensos desenvolve-se como personagem e ao mesmo tempo adquire novos poderes que julgara nunca vir a possuir.
A cena através da qual Dante se veste para entrar em combate parece lidar com algumas das críticas dos fãs de uma forma humorística, como a fatia de pizza que lhe tapa a nudez numa sequencia em "slow motion". A forma como o casaco comprido lhe cai e assenta perfeitamente na sua estrutura física pretende igualmente acrescentar mais estilo à personagem. Diria que este Dante, muito embora seja diferente da personagem original criada pela Capcom, oferece uma perspetiva alternativa mais facilmente reconhecida pelos ocidentais. Magro, alto e ágil, parece oferecer as condições ideais para uma personagem que salta alto e atravessa largas secções com aparente facilidade.

Uma das armas que você pode usar no jogo!!!


Em termos de argumento, caracterização da personagem e ambiente, isso é novidade e talvez aí resida boa parte do interesse em descobrir este novo DmC. As semelhanças com os jogos passados são meramente pontuais e aqui a equipa de Antoniades fez um esforço na construção de Limbo, o "background" dominante, onde podemos ver um mundo psicótico, decadente e em permanente sobressalto. O domínio dos demónios assola o nosso protagonista de forma evidente. Montanhas russas precipitam-se com facilidade sobre o solo, ruas estreitam-se e como que esmagam Dante. O chão desaba e se Dante não for capaz de se antecipar cairá no abismo e sairá derrotado do combate. O cenário é caótico e parece saído de um pesadelo. No mundo real as pessoas desconhecem a existência do Limbo, mas os reflexos da atuação de Dante neste mundo acabam por se fazer sentir.
Quanto ao "gameplay" a Ninja Theory apostou por dar continuidade ao esquema promovido pelo jogo original, o que significa que encontramos uma jogabilidade rápida, frenética e muito eficaz. A Rebellion pode ser usada para a especialidade anjo e demónio, o que acrescenta golpes distintos e possibilidades de combinações diversas. Antoniades chama a atenção para a possibilidade de mudar de armas à medida que progridem na campanha. A fusão operada entre as pistolas e a espada resulta no poder destruidor e completo do nosso protagonista.
As primeiras rondas de confrontos com inimigos que patrulham limbo despistaram as dúvidas que poderiam existir sobre o ritmo da jogabilidade. Tudo é muito rápido, a ação bastante fluida e sentimos realmente o poder dos golpes devastadores. Alguns inimigos usam serras e oferecem mais resistência, mas enquanto nos mantivermos seguros nas combinações o medidor de combinações vai classificando a nossa prestação e em pouco tempo conseguimos chegar às notas máximas.
A transição entre plataformas é essencial, quer em termos verticais, usando ganchos para subir até zonas cimeiras, puxando do lado demoníaco ou angélico, pequenas plataformas. Algumas encontram-se demasiado distantes e sendo assim, serão convidados a saltar e efetuar "boost hability" que permite colocar Dante em sobrevoo temporário. Este mesmo método terá de ser aplicado quando o piso desabar, podendo assim saltar entre plataformas com mais alguma segurança.
Na demonstração a que tivemos acesso, Dante avança por um conjunto de ruas nesse mundo de Limbo. Contudo em certas portas os demónios colocaram barreiras e Dante deverá eliminar as câmaras que o espiam para seguir em frente. O processo obriga a algum reconhecimento do percurso e a métodos específicos mais simples, de eliminação desses globos oculares que o vigiam. Depois de conseguir escapar a mais uma tentativa de encurralamento, Dante entra numa igreja gótica tendo de vencer obstáculos e sempre numa luta contra o tempo tomar decisões certas como saltar para uma plataforma ou segurar-se a um ponto superior. O processo é rápido e pouco depois chega o fim da demonstração quando Dante quebra o vidro e salta para o exterior da igreja, regressando ao mundo real.



A demonstração não nos permitiu combater contra qualquer "boss", mas o mais importante a reter foi a jogabilidade e o ritmo fluido e frenético da mesma. Pessoalmente fiquei satisfeito e arrisco mesmo que Devil May Cry foi o jogo que melhores impressões recolheu daqueles que pude experimentar. Bem sei que esta demonstração é apenas uma parte, mas por si já revela sinais de qualidade que poderão ficar melhor patentes na versão final e completa. A banda sonora é apelativa e entusiasmante. O rock e heavy metal perduram ao longo das várias sequências da demonstração e das paredes que formam o cenário quase se sente o bafo dos demónios. Embora não encontrássemos criaturas adversárias marcantes, a maioria dos inimigos que combatemos são tropas de vigilância e de percurso, tradicional carne para canhão. Mas se a jogabilidade proporcionar mais soluções como se espera, através de outras combinações e os "bosses" forem realmente impressionantes então é muito provável que este DMC tenha tudo para sair para as lojas bem sucedido.
Os primeiros trailers de DmC - Devil May Cry com o novo Dante podem ter causado alguma polémica principalmente pelo aspeto visual do protagonista, mas esta demonstração veio revelar o oposto das primeiras impressões e que a Ninja Theory poderá fazer justiça a uma série que merece um novo desenvolvimento. Os primeiros sinais da experiência sugerem qualidade e se o conteúdo permanecer equilibrado entre foco narrativo e "gameplay" poderemos vir a ter aqui um caso de sucesso em mais uma parceria entre a Capcom e um estúdio ocidental.


Fonte: EuroGamer


The Walking Dead: The Game – gameplay


The Walking Dead: The Game - First Four Minutes Gameplay



  Pra quem é fã da serie!!!!

Começa a pré-venda de Cavaleiros do Zodíaco no Brasil

Como informa o site CavZodiaco.com.br, fonte importante para fãs da série Cavaleiros do Zodíaco, o game Saint Seiya: Sanctuary Battle já entrou em pré-venda oficial no Brasil. O game foi lançado na Europa e no Japão, mas chega por aqui no final de maio, com direito a legendas em português.

A versão nacional tem também a caixa e o título traduzido - por aqui o jogo se chama Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário. O site informa que a pré-venda por enquanto é oferecida exclusivamente pelo site da loja Saraiva, por este link e concede um brinde - o personagem Seiya com a armadura de Ouro de Sagitário como DLC para uso no jogo, mas só para quem fizer pré-venda!

Capa da versão nacional







Infelizmente, o CavZodiaco confirma ainda que a edição especial do game, contendo um boneco Cloth Myth com Seiya de armadura de ouro de Pégaso não será mais oferecida por aqui. O preço oficial do jogo é R$ 179,90, mas se você for maroto o suficiente pode caçar por aí um cupom de desconto e comprar por um preço ainda menor, JUST SAYIN'.

Cavaleiros do Zodáco: Batalha do Santuário é um game exclusivo do PlayStation 3.

Fonte: FinalBoss

Lançamento de Resident Evil 6 é adiantado


Finalmente o embargo das informações divulgadas no evento fechado Captivate caiu, e com isso começamos a descobrir as novidades que a Capcom reserva a seus fãs para este ano e, quem sabe, o próximo. A primeira novidade é um novo trailer de Resident Evil 6, que nos revela não só que o jogo foi ADIANTADO em mais de um mês, como também detalhes sobre a história.
A primeira informação mais importante é que o tal novo personagem, o careca que aparecia em algumas imagens, é ninguém menos que o filho de Wesker. Outros fatos importantes envolvem a criação do C-Virus, um novo tipo de ameaça biológica que faz mais do que apenas transformar as pessoas em zumbis. Confira esta e outras novidades, no vídeo abaixo.







Fonte: FinalBoss

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Max Payne 3 no trailer só com shotguns


Max Payne 3 ganha mais um trailer de armas, agora só com shotguns. Confira abaixo:




Fonte: EuroGamer

Q q é isso!!!!


Sony e Microsoft banem mais de 3 mil contas suspeitas de pedofilia


A Sony e Microsoft’se uniram’para banir o uso de 3.580 contas do Xbox Live e PSN de nova-iorquinos suspeitos de abuso sexual contra menores em jogos online.
A operação que ganhou o nome de “Game Over”,tem além das duas companhias,a participação de outras produtoras como Apple,EA e Blizzard.
De acordo com o procurador-geral de Nova York, Eric Schneiderman,o”Game Over” serve para evitar que os videogames se tornem um parque de diversões para “predadores perigosos”.
“Isso significa fazer tudo o que for possível para bloquear criminosos sexuais de usar as redes online para atacar vítimas menores de idade”,disse em entrevista ao site CVG.
Entretanto, a organização New York Civil Liberties Union questionou ao mesmo site o real impacto da operação. “Embora admirável, iniciativas como essa fazem muito pouco para manter as crianças seguras e pisoteiam o direito a liberdade de expressão”,diz a diretora de comunicações Jennifer Carnig.
“O problema dessa iniciativa é que as crianças quase sempre são abusadas por pessoas que conhecem, como um amigo ou membro da família, não por pessoas que interagem em jogos eletrônicos”,completou.
CASO SÉRIO
Um dos casos mais famosos entre aliciadores de crianças aconteceu em janeiro de 2011,quando a americana mãe de três adolescentes, Rachel Ann Hicks,de 36 anos aliciou um garoto de 13 anos usando o serviço de bate papos do Xbox Live.
Se passando por uma jovem de 23 anos, Rachel trocou emails e conversas telefônicas,enviando,inclusive,conteúdo pornográfico por email.
Suspeita de estupro e pedofilia,Rachel segue presa e não tem direito a fiança

Fus Ro Dah e olá!



  Após tantos comentários e propagandas na televisão e na internet, Skyrim ficou muito conhecido. Suas imagens e história são realmente impressionantes- a Bethesda Softworks se superou dessa vez! Mas, então, surge a dúvida: qual será o próximo passo deles?
  Afinal, após 5 jogos, é meio difícil de surpreender o público! Mas, mesmo dentre tantas coisas para se falar, uma coisa me chamou mais a atenção: Onde o jogo se passará?
  Já tivemos jogos em High Rock, Morrowind, Cyrodiil, Skyrim e até um em toda Tamriel (Arena)! Isto, é claro, sem contar os jogos que se passaram fora da série, como Shadowkey, Battlespire e Redguard. Mas agora, ainda faltam outros lugares, e eu quero saber seu palpite sobre onde se passará o próximo jogo!
  Após uma curta conversa com meu irmão (curta mesmo, acho que ele só deu uns 2 argumentos... espero mais de vocês!), temos a opinião de que talvez o próximo jogo se passe em Summerset Isle, a terra natal dos High Elves, pois foram dadas muitas informações históricas sobre o lugar neste último jogo, o que abre um certo apetite nos jogadores. Porém, mesmo assim, sou só eu que gostaria que o jogo fosse em Black March, a terra dos reptilianos Argonianos? Pense bem: uma terra pantanosa, cheia das mais terríveis criaturas, onde somente os mais aptos sobrevivem? Quem não gostaria de jogar em um lugar assim?
  Então fica aberta a pergunta a vocês, leitores: Qual a sua opinião? Onde tu achas que será o próximo The Elder Scrolls? Deixe sua opinião e seu argumento nos comentários, talvez possamos responder com outro post, quem sabe?
  Para ajudá-los em sua decisão, deixarei um mapa de Tamriel abaixo para se localizarem:
                                                                                                                                   



  Alimentem sua curiosidade e bom jogo!

By: LukeMachado

Lançamentos da Semana - [09/04/2012]

Lançamentos da Semana - [09/04/2012]

Após os grandes lançamentos de início de ano, começamos uma semana um pouco mais morna para os jogadores de plantão. Poucos lançamentos, e menos ainda os que são relevantes...

Ao menos temos um jogo de horror que parece bem bacana para o Nintendo 3DS, que vem para salvar a pátria. Trata-se de Spirit Camera: The Cursed Memoir, spin-off de Fatal Frame.

O jogo de luta Skullgirls chega para adocicar sua vida com uma pancadaria de responsa, enquanto o mega-adiado FEZ tem sua VEZ e finalmente vê a luz do dia, no Xbox 360.

Veja a lista completa de lançamentos, abaixo.


PlayStation 3
  • Skullgirls
  • The Pinball Arcade
  • World Gone Sour
PlayStation Vita
  • The Pinball Arcade
  • Treasures of Montezuma Blitz
PC
  • Legend of Grimrock
  • Naval War: Arctic Circle
  • Tribes: Ascend
Xbox 360
  • Fez
  • Skullgirls
  • The Splatters
  • World Gone Sour
Nintendo 3DS
  • Spirit Camera: The Cursed Memoir
Nintendo DS
  • Anne's Doll Studio: Tokyo Collection

Fonte: FinalBoss

domingo, 8 de abril de 2012

Análise: Ninja Gaiden 3



Distribuidor: Tecmo
Programador: Team Ninja
Plataforma: PS3 – Xbox 360 - WiiU
Por Marcelo Faria - Outer Space
Fonte: Outer Space

Ninja Gaiden 3 é o primeiro jogo da série principal sem a direção de Tomonobu Itagaki, o excêntrico desenvolvedor japonês que deixou a Tecmo e ainda processou a empresa exigindo bônus que não foram pagos. Com o comando de Yosuke Hayashi, que é o responsável por Ninja Gaiden Sigma e sua sequência, a expectativa era de muita mudança na nova aventura de Ryu Hayabusa, o ninja moderno com sede de sangue e poderes misteriosos.

Mas assim como existem mudanças que vêm para melhorar, outras não são tão bem vindas. Ninja Gaiden 3 é um bom exemplo disso: na ânsia de criar o melhor jogo da série, Hayashi e a Team Ninja podem ter feito exatamente o contrário.

Sanguinolência tediosa

O protagonista em Ninja Gaiden 3 segue sendo Ryu Hayabusa, o ninja amaldiçoado, que agora passa seu tempo livre como uma espécie de super-herói anti-terrorista. O enredo é um pouco diferente dos dramas passados que apelavam para muito nonsense japonês e misticismo. Dessa vez, o roteiro é mais simples e ao mesmo tempo mais açucarado, com uma tentativa engraçada dos criadores de tentar aprofundar na personalidade do protagonista, mas com diálogos pobres e desinteressantes, que contam mal uma história que não é fácil de engolir. Acontecimentos e inimigos bizarros continuam existindo, mas de um jeito bem diferente do que foi visto no resto da série. E para a maior parte das pessoas, é um jeito pior, mesmo considerando que a história nunca foi o forte de Ninja Gaiden.

A história fraca pode ser ignorada, mas acontece que o verdadeiro ponto forte de Ninja Gaiden -- a pancadaria -- também ficou pior neste terceiro jogo. Sim, o jogo está consideravelmente mais fácil, mas não são só os veteranos sádicos da série que vão choramingar pelas mudanças nos combates. A fama de Ninja Gaiden era de ser um jogo bem fatal, em que até mesmo inimigos fracos podiam facilmente aniquilar o jogador se uma estratégia equivocada fosse utilizada. Ao final de cada combate, suspiros acompanhavam uma sensação de recompensa, que geralmente só acontecia após um pouco de tentativa e erro. No novo Ninja Gaiden não é assim. Basta apertar muitas vezes um mesmo botão de bater para finalizar todos os inimigos em uma área e partir para a próxima chacina, sem ressentimentos.

O problema não é só a questão da dificuldade. Mesmo colocando no nível mais elevado, em que as coisas ficam realmente mais complicadas e as derrotas acontecem com frequência, em Ninja Gaiden 3 o que faz falta é a profundidade na jogabilidade. Como dito, ao invés de quebrar a cabeça com estratégias mirabolantes e proezas ninja, aqui não há muito para ser feito além de atacar repetidamente os inimigos. Para se ter ideia, enquanto antes existiam diversos tipos de armas e ataques ninpo, Ryu agora se vira com só uma arma e um único ninpo, que usa mecânica nova, porém nada inovadora, em que o jogador enche uma energia especial que é usada para desferir um golpe avassalador em que Ryu se transforma em um dragão oriental e devasta a tela. Visualmente interessante pela primeira vez, mas um pouco chato depois da terceira.

Se a ideia era atingir um público maior e ir além dos gamers hardcore que curtiam a obra de Itagaki, a Team Ninja simplesmente confundiu jogabilidade acessível com jogabilidade boba. Existem inúmeros exemplos de jogos que conseguem ser simples para um iniciante, mas ficam complexos com o tempo e criam uma curva de aprendizado orgânica. Em Ninja Gaiden 3 não há curva, mas uma reta estabelecida na mediocridade.

O problema é agravado porque além de faltar variedade nas formas de bater, também falta variedade no que bater. A maior parte dos inimigos normais são parecidos e não demora para o jogador aprender o padrão de luta deles. A exceção são os chefões, que em raros momentos conseguem variar um pouco o jogo e proporcionar um desafio interessante com visuais interessantes, como é o caso do “robô dinossauro gigante” que Ryu despedaça. Mas até isso fica repetitivo, já que o modelo dos chefões é reciclado mais de uma vez durante a história. E mesmo essas boas e raras lutas são atrapalhadas por uma câmera complicada que, em um esforço exagerado pelo “melhor ângulo”, fica trocando a visualização nos momentos mais importante e confundindo um pouco o jogador.

Decisões erradas

Existem jogos que falham por serem feitos sobre orçamentos inadequados. Outros por falta de capricho ou talento da equipe técnica. E existem aqueles em que o principal problema são decisões erradas. É o caso de Ninja Gaiden 3. Aqui não existe um descaso da equipe técnica, já que bugs são raros e a jogabilidade, ainda que limitada, flui bem e responde corretamente aos comandos do jogador. A trilha sonora é adequada, assim como a dublagem. E os gráficos, ainda que não sejam o auge da tecnologia dos consoles, são ótimos, com uma direção de arte que desenvolve conceitos visuais interessantes no design de personages, ambientes e, principalmente, inimigos.

Mas todos os méritos do Team Ninja são prejudicados por escolhas erradas, como a orientação por uma jogabilidade exageradamente simples ou uma história sem graça. E o modo multiplayer é mais uma dessas decisões ruins. Qualquer que tenha sido o esforço ou investimento gasto neste modo, ele seria melhor empregado na evolução da jogabilidade básica. Existe um modo de desafios cooperativos que seria muito bom se os combates fossem um pouco mais profundo, mas na maior parte das vezes acaba sendo ainda mais fácil e desinteressante vencer inimigos com a ajuda de um amigo. Existe um pouco de diversão no coop, mas nada muito duradouro, e em pouco tempo o jogador e seu bravo ajudante tentarão algo mais interessante… Que certamente não será o modo competitivo, que consegue ser ainda mais sem graça. A facilidade em atacar e acertar os adversários, graças à mira automática, é algo que incomoda na campanha, mas no multiplayer elimina boa parte da graça de superar um adversário. Acaba que ganha quem começou a apertar os botões de ataque antes, resultando em uma experiência desagradável tanto para o vencedor quanto para o derrotado.

Ninja Gaiden 3 é diferente dos seus antecessores em muita coisa, mas não peca por essa tentativa de se renovar. O que faz deste jogo algo abaixo da média são escolhas estranhas do Team Ninja, como a simplificação exagerada do combate, que ficou quase automático, fácil demais e extremamente repetitivo em níveis mais avançados. Avacalhar a pancadaria, o principal pilar de um jogo de ação, seria o suficiente para arruinar Ninja Gaiden 3, mas uma história mal-contada e bem água com açúcar, além de um multiplayer dispensável, deixam tudo ainda pior. Alguns chefões são visualmente interessantes e até divertidos de enfrentar, quebrando um pouco a monotonia, mas a superficialidade da jogabilidade faz da nova jornada de Ryu Hayabusa um grande tédio.

Prós
Contras
- Conceitos visuais interessantes;
- Robô dinossauro gigante;
- Algumas lutas contra chefões têm potencial.
- Jogabilidade simplória e repetitiva;
- História mal-contada bem difícil de engolir;
- Câmera ruim;
- Multiplayer infeliz.

Análise: Resident Evil: Operation Raccoon City




Distribuidor: Capcom
Programador: Capcom
Plataforma: Xbox 360 - PS3
Por Pablo Rozados - Outer Space

Fonte: Outer Space

Os jogos paralelos na série Resident Evil sempre oscilaram no nível da mediocridade e foram vias para a Capcom testar novas ideias, como na sub-série Chronicles, que apresentava um tiroteio “on rails”, ou na Outbreak, que propunha um cooperativo online.

Com Resident Evil: Operation Raccoon City a Capcom parece querer testar apenas o potencial da marca, emprestando o nome Resident Evil ao que há de mais genérico em tiro em terceira pessoa. O resultado é um jogo que afunda o já não muito alto padrão das subséries, e serve apenas para manchar a imagem da franquia na percepção do público.

Virando a casaca

A proposta de Resident Evil: Operation Raccoon City é até bem interessante: ela proporcionaria ao jogador um retorno à cidade de Raccoon City, mas desta vez na pele do inimigo, como soldados da Umbrella Corp. A ideia de revisitar locais clássicos explorados em jogos como Resident Evil 2 e 3 novamente é um tanto instigante, pois o objetivo principal da trama é eliminar todas as provas de que um dia a empresa foi responsável por um desastre que transformou toda uma cidade em zumbis comedores de carne fresca.

O problema é que uma boa ideia serviu para um jogo genérico e de baixo orçamento, que falha miseravelmente em suas humildes ambições. Desde o que é imediatamente percebível – a parte gráfica -- é notável a falta de atenção e o acabamento ruim do jogo. Embora a modelagem dos personagens seja boa e alguns cenários estejam bem elaborados, as sombras e o acabamento de algumas estruturas são nada além de horríveis.

Já os efeitos sonoros são o ponto mais negativo que o jogo poderia ter: as armas fazem um som que pode ser comparado a tudo, menos a tiros. Uma rajada de metralhadora parece mais tiros de paintball do que uma arma de fogo e isso se repete com os rifles, pistolas e escopetas. Até as explosões, algo que geralmente é barulhento, possuem um som abafado e anêmico.

De que lado você está?

O shooter começa com aquele estilo de jogo cooperativo onde é possível seguir por uma campanha solo ou convidar os amigos para a aventura (há uma opção para encontrar companheiros aleatórios). Ao preferir jogar sozinho, os problemas vão de mal a pior. A falta de inteligência artificial dos aliados nesse modo é absurda e irá arruinar as expectativas para a campanha solo.

Posicionar-se em frente ao jogador durante o confronto ou pegar itens de cura sem precisar são alguns dos erros cometidos pelos aliados controlados pela I.A.. Seria até melhor ter os zumbis menos agressivos como companhia do que esses trastes.

A proposta de um jogo cooperativo é justamente ajudar um ao outro, só que isso não acontece no singleplayer. Claro que uma ou outra vez foi possível contar com a boa vontade de um NPC disposto a gastar seu spray de cura, contudo na maioria das vezes será o jogador que precisará gastar seus itens nos aliados. E para piorar, ele fará isso porque seu companheiro incompetente se feriu da forma mais estúpida possível.

Outro grave problema da jogabilidade é uma consequência da tentativa em adaptar elementos de um título de sobrevivência em um jogo focado no tiroteio desmiolado. É comum ficar sem munição no meio do combate e ter que sair em busca de um pente caído no chão ou de uma caixa de balas. Quando a coisa fica escassa mesmo, o negócio é apelar para a insossa pistola. A desgraça é que ao contrário de um título de sobrevivência, os encontros com inimigos aqui são muito mais comuns e raramente não se está com o dedo no gatilho evitando que três ou quatro zumbis se aproximem. Adicionado e esse fator negativo ainda está a péssima precisão da pontaria, que faz com que o personagem gaste mais balas do que o necessário.

Um Resident Evil sem a alma da série

Resident Evil, mesmo quando mais focado na ação, sempre primou pela construção de uma boa atmosfera. Esse é mais um em que Raccoon City falhou terrivelmente. Ver grandes acontecimentos da franquia na visão da Umbrella parece algo tentador, mas o clima sombrio e o suspense que caracterizou as primeiras histórias foi deixado de lado e substituído por ambientes sem graça e genéricos.

Enquanto Leon, Jill e outros protagonistas dos jogos anteriores estão presentes no multiplayer competitivo, o modo campanha ou cooperativo para quatro jogadores se restringe a personagens sem história, que enfrentarão horas de tiroteios sem nenhum momento de surpresa.

Raccoon City também é um jogo bem abaixo da média quando apreciado na companhia de amigos em modo cooperativo. Jogos como Left 4 Dead ou o recente Syndicate conseguem entregar uma jogabilidade mais sólida e um esforço cooperativo mais recompensador do que sair levantando inimigos caídos ou gastar itens de cura para recuperar a energia do companheiro.

As demais modalidades competitivas não merecem nem destaque. Competições entre times, capture a bandeira (que virou capture o G-Virus) e as manjadas partidas de sobreviver a dezenas de inimigos completam o pacote que se espera de um jogo sem imaginação.
Resident Evil: Operation Raccoon City é apenas um jogo oportunista, que tentará capitalizar em cima de uma marca forte enquanto a Capcom se dedica à verdadeira sequência para a série. Este “spin off” é um jogo sem muita ambição, genérico ao extremo e mal executado, incapaz de agradar sequer ao fã de Resident Evil, pois tem pouquíssimo da verdadeira identidade do survival horror.



Prós
Contras
- Modelagem dos personagens é bonita e bem feita.
- Gráficos sem polimento;
- Péssimos efeitos sonoros;
- Inteligência artificial medíocre;
- Poucas oportunidades de interação nas partidas cooperativas.